sexta-feira, 28 de março de 2014

Capítulo 3 - Problemas Mortais!

Os dois garotos corriam para vários cantos diferentes. Viam se encontravam algum rastro deixados pelos criminosos; Mas provavelmente não havia nem um fio de cabelo. Aquelas pessoas não estavam para brincadeira.
- Venha rápido Matt!
O tal de Lucas era mais rápido do que eu. Nós corriamos velozmente entre as árvores e arbustos, de tal forma que os pokémon selvagem a nossa volta se se espantaram com isso e
sairam de nosso caminho sumindo na floresta.
- Isso está cansativo! E em nome de Arceus, para onde estamos indo? - Eu disse.
- Estamos indo para direção para onde o helicóptero foi!- disse ele - E se pararmos, vamos
 perder a pista dele!
- Que pistas? Aqui só existe mato. Eles não deixaram um pequeno rastro de graxa, um fio de cabelo solto... Nada! Nadinha! - eu disse já ficando nervoso.
- Mas eu sei que continuarmos seguindo o caminho daquela coisa, acharemos uma pista...
- Eu tenho certeza que não acharemos nada. - Eu falei. - Acho que terei de me conformar
com isso... Perder meu Pokémon...
- Pare com isso! Se não quiser, pode ficar aqui aos prantos! Eu vou buscar meu Pokémon! - Disse ele saindo de lá batendo os pés.
Então me deitei debaixo de uma árvore. Fechei os olhos, e cai no sono.

(...)
Quando acordei, encontrei dois Spinaraks, um no meu ombro e o outro nas minhas pernas.
E o que mais vi e que me chamou mais a atenção era um pequeno Dratini em meu colo.

Spinarak artwork by Ken Sugimori
Dratini artwork by Ken Sugimori

- Hã, o que...- Quando eu percebi os pokémons amontoados em cima de mim.
Fique calmo Matt. - Eu pensava.
Até que o Dratini acordou e percebeu que eu havia acordado. Então num ataque de susto pulou do meu colo de lançou um poderoso Dragon Rage; por sorte eu consegui desviar do ataque, mas derrubando os Spinarak que estavam em cima de mim.
Os três pokémons me atacaram, os Spinaraks com Poison Sting e o Dratini com Dragon Rage.
Eu gritava enquanto eu escapava dos ataques; Mas um dos Poison Sting de Spinarak me acertou bem na cima da minha canela.
- Ai! Droga, veneno! Preciso ir a um Centro Pokémon agora!
Então pararam de me atacar. Eu ouvi um barulho parecido com um trovão. Aqueles Pokémon fugiram com muito receio de olhar para trás.
Então me dei conta: Um grande Pokémon estava nada contente e indo em minha direção, e eu não tinha nenhum pokémon para me proteger.
Com minhas últimas forças tentei correr pela floresta. Meu machucado em minha perna estava sangrando. Eu realmente estava em péssimas condições. E eu ouvia sons de rugido e árvores caindo
vindo em minha direção.
- Vamos... A meu Arceus me ajude!
Então comecei a me desesperar. Tentei correr mais rápido, mas o veneno do meu machucado
começou a fazer efeito. Em certo momento tentei até pular numa perna só, e não funcionava.
- Acho que esse é meu fim... Eu devia ter seguido o Lucas. Nem fiz meu testamento...
Então ouvi um barulho maior do que os anteriores, na mesma área. As árvores pararam de cair.
Então ouvi um estrondo ensurdecedor e um clarão que me jogou para cima de uma árvore que não
fora destruida.
- MEU ARCEUS! O QUE FOI ISSO?!
De cima da árvore dava para ter uma visão mais ampla do acontecimento: um Slaking em uma cratera
profunda no chão e em sua frente estava um Aggron enorme pronto para brigar.
Parecia o início de uma batalha de titãs.
Então desci da árvore e corri para longe de lá, sendo jogado por algumas explosões.
Corri para a cidade de Easygoing City, muito fraco por causa dos meus machucados e o veneno de Spinarak.
Quando cheguei a cidade fui mancando ao Centro Pokémon. Quando cheguei ao lugar caminhei com dificuldade até o balcão e só disse isso:
- Me Ajude... - E então desmaiei.

Continua...

sexta-feira, 21 de março de 2014

Capítulo 2 - Primeiro pokémon e Team Plasma!

Matt e sua mãe chegara em casa. Matt sentou-se na pequena mesa de centro, enquanto Mary Lands, mãe do garoto, buscou uma chave.
Então os dois até o quarto da mãe de Matt. No armário, pegou uma pequena caixa e a abriu com a chave que tinha em mãos.
- Olhe filho, isto foi o que seu pai deixou para você...
Então ela tirou da caixa um objeto esférico, e mostrou para seu filho.
- Nossa... Era o que eu queria.
Então Mary colocou a esfera nas mãos do filho.
- Isso era do papai?
- Sim. Vá. Aperte o botão.
Matt então apertou o botão. De dentro saiu um pokémon escorpião alado que logo pulou na cara do
garoto.

 Gligar artwork by Ken Sugimori

O menino logo tirou o pokémon de sua cara e o soltou.
- é um Gligar... Seu pai adorava pokémons tipo-terrestre.
- Nem sei o que dizer...
- Diga que vai ser o melhor treinador do mundo.
- Sim. Obrigado mãe.
(...)

Matt terminava de arrumar sua mochila, enquanto Gligar voava em cima de sua cabeça.
Ele finalmente estava pronto. Caminhava lentamente em direção a porta com Gligar empoleirado em seu ombro. Estava prestes a sair, quando sua mãe o agarrou.
- O que foi mãe?
- Você já recebeu o presente de seu pai. Este aqui é de seu tio.
A mulher tirou uma pokédex do bolso e a entregou para seu filho.
- Obrigado, Mãe. Você sempre cuidando de mim.
- Mas agora não vou poder mais. Algum dia você deve soltar seus filhos no mundo.
- Até um dia, Mãe.- disse Matt, saindo de sua casa.
- Até, filho.
Era um belo dia. Vários Pigdey voavam no céu azul como o oceano, enquanto a terra fofa era dominada por Budew e Drilber.
- Finalmente. Estou saindo em uma jornada. - Matt repetia para si mesmo.
Enquanto Matt caminhava, Gligar fazia acrobacias no ar. E continuou assim até chegarem na Rota 1; lá estava acontecendo uma batalha pokémon sendo assistida por várias pessoas. O primeiro treinador estava com um Yanma enquanto o segundo usava um Nidorino.
Então eles começaram a assistir. Eles estavam torcendo para o Nidorino.
Yanma repetidamente usava ataques como Sonic Boom ou Quick Attack, enquanto Nidorino usava ataques como Double Kick e Peck. Eles batalhavam ferozmente, e ambos estavam cansados.
Mas Yanma deu um deslize que fez com que seja derrotado.
O garoto que ganhará o combate falou:
- Quem vai ser o próximo?
Então Gligar ficou bastante animado. Ele era um pokémon competitivo, e queria derrotar aquele Nidorino.
Então eu gritei:
- Eu! Eu te desafio para uma batalha!
Todos ficaram boquiabertos. Então eu caminhei até o lado oposto dele e lancei meu Gligar.
- Vai Gligar!
O garoto recolheu seu pokémon e lançou outro.
- Vai Clamperl!
De dentro da pokébola saiu um pokémon em forma de concha rosado.

 Clamperl artwork by Ken Sugimori
- Uau, um Clamperl...
- Se não vai começar, então eu vou. Clamperl use o Water Gun!
Clamperl soltou um forte jato de água em direção a Gligar que o acertou em cheio.
- Gligar, revide com Poison Sting!
Gligar soltou várias agulhas venenosas em Clamperl que não conseguiu escapar e sofreu o dano, mas não foi envenenado.
 - Gligar, Quick Attack!
Gligar cada vez chegava mais perto, e Clamperl continou imóvel. Quando Gligar chegou bem perto o seu oponente usou o Clamp, esmagando Gligar com seu casco.
- Gligar!
- Agora Clamperl! Water Gun!
Clamperl deu um poderoso Water Gun que fez Gligar sair voando e cair no chão.
- Levante-se Gligar! - disse Matt meio nervoso.
Então Gligar se levantou com dificuldade. Os ataques que Clamperl lançava eram super-eficazes, mas Gligar não era um pokémon de desistir.
- Ele não desiste...
- Gligar, termine com isso! Quick Attack força total!
- Clamperl, Use o Water Gun!
Antes dos ataques colidirem, muita areia subiu, duas pessoas apareceram e o Gligar e o Clamperl daquele garoto estavam em jaulas.

- Um trabalho perfeito. - Disse o rapaz.
- Mais que perfeito.- continuou a garota.
- Ei esses pokémons são nossos! Devolvam agora! - Eu disse com raiva.
- Não garoto. Esses pokémons agora são da Team Plasma! - falou o homem, que agora subia numa escada de helicóptero.- Adeus!
E mais uma espessa cortina de fumaça lavantou-se, e quando se dissipou eles já tinham sumido.
- Não. Meu Clamperl! - o garoto falou.
- E meu Gligar! - eu falei. - Ele era meu único pokémon...
- Nossa, sério? Sinto muito por você... De verdade.
- Hã - eu falei, meio sem graça. - Quem é você?
- Ah, desculpe. Meu nome é Lucas.
 
- Hã... e eu sou o Matt.
- Prazer Matt! Bom, acho que não temos tempo a perder. Devemos resgatar nossos pokémons o quão antes possível!
- Você está certo.
- Espere, você disse que não tem mais pokémons; Você tem pokéballs?
- Só a do Gligar.
Então Lucas tirou de seu boldo cinco pequenas pokéballs e colocou nas mãos de Matt.
- Com isso você poderá capturar mais pokémons.
E Lucas saiu correndo.
- Acho que fiz uma grande amizade.

quinta-feira, 20 de março de 2014

Capítulo 1 - Sem Jornada?

Num dia, num arquipélago de ilhas pouco conhecido pelas pessoas, havia um menino muito animado por natureza. Estava em sua pequena cidade, onde se encontrava sua casa. Seu nome era Matt. Estava em seu quarto onde estava se preparando para um grande passo em sua vida.
- É hoje... Hoje vai ser um grande passo.
Estava animado. Estava pronto. Pronto para sua jornada.
Então desceu as escadas como um raio. Sua mãe o esperava. Ela não estava com uma cara muito animada.
- Oi mãe! O que foi? Aconteceu alguma coisa?
Ela não mexeu um músculo. A mãe do garoto então se levantou-se de sua cadeira em direção a ele.
- Desculpe filho, mas...
- O que? - Disse Michael, ficando um pouco tenso.
- Seu tio, Professor Marlin, não vai poder vir...
- Como assim?
- O avião dele ficou sem combustível no caminho, um pequeno contra tempo... Mas atrasou ele em um mês.
Matt ficou estático. Ele esperou tanto tempo para isso, desde de que nasceu. Já era seu aniversário de
13 anos.
O garoto deu meia volta e retornou a seu quarto. E ficou lá sua mãe chama-lo de volta.
- Filho entenda...
- Eu entendi mãe. Só não gosto disso.
Os dois se entreolharam. Matt respirou fundo e falou:
- Eu já me conformei mãe. Só estou decepcionado. Muito decepcionado. Vou poder ir em minha jornada só daqui a um mês?
Sua mãe o encarou.
- Sim.- Foi a única coisa que falou.
Então ele saiu pela porta de sua casa.
Sua cidade era adorável. Chamada de Delightful Town, era conhecida por ser onde as pessoas começam
suas jornadas.
O ar de lá era puro, muito puro.
Um dos pontos que Matt mais gosta em sua pequena cidade era o Pico Azul.
Era o ponto mais alto da pequena cidade, Matt gostava de lá pelo seu ar puro e dizia que ali era seu lugar favorito para pensar. E aquele dia já estava começando mal.
Matt pegou a trilha que ia até lá, e o escalou.
Chegando no topo sentou na beirada da pequena montanha de uns 4 andares de altura e começou a refletir.
Teria de esperar ainda mais a coisa que já esperava a 13 anos, teria paciência de esperar mais um mês?
- Isso precisa de tempo...
Sua mãe sabia exatamente onde o filho estava. Foi até lá e se sentou ao lado de Matt e falou:
- Venha comigo Matt. Tenho uma notícia para lhe dar.
- Além da de hoje de manhã?
- Sim. Venha para casa filho.
Então os dois foram até sua moradia.
Continua... 





Apresentação

Olá! Eu sou Miguel. Seja Bem-Vindo a Aventuras Pokémon-Ilhas Regis!
Sou o dono de deste blog. 
Criei este blog com uma região feita por mim: as Ilhas Regis.
Espero que gostem!