sábado, 26 de abril de 2014

Capítulo 7 - Incêndio e o Espírito de Areia

Era uma tarde calma em Herbs Town. Matt havia acabado de sair do hospital e ligado para sua mãe. Estava feliz com o seu mais novo Squirtle empoleirado no ombro, decidido a encontrar seu Gligar onde quer que ele fosse. E também seu amigo Lucas, provavelmente ainda estava em Island Living, o esperando. Saiu de lá determinado, e se dirigiu diretamente á Rota 9 para chegar no porto e chegar rapidamente em Metal City. Quando ia direto para lá viu um treinador e quando o desconhecido o viu disse:
- Ei cara! Pelo visto você já tem um pokémon, então vamos batalhar!
- Hum, vai ser um bom treinamento para meu Squirtle.
- O que? Acha mesmo que vai ganhar? Eu vou te detonar mané! - O menino retrucou.
E a batalha se iniciou.
- Vamos, Vibrava! - De dentro da pokébola, saiu um pokémon parecido com uma libélula.




- Vamos, Squirtle! - O garoto disse - Vamos começar! Use o Water Gun!
- Vibrava, evasiva! - E o pokémon oponente desviou do ataque sem muita dificuldade. - é a nossa vez! Vibrava, Sonic Boom! - O pokémon de Matt não conseguiu se esquivar levando dano. - E agora continue usando o Screech! - Aquele movimento não daria dano, mas baixaria drasticamente a defesa da pequena tartaruga.
- Squirtle, Tackle! - Vibrava dessa vez não conseguiu desviar, mas não levara muito dano.
- Vamos acabar com isso, Vibrava, Dragon Breath! - Disse o treinador, e seu pokémon já soltando um poderoso raio que além de tirar dano, também paralisava.
- Não desista Squirtle! Evasiva! - E o pokémon conseguiu esquivar do ataque, mas mesmo assim levou um pouco de dano.
- Vibrava, use o Dragon Breath até acertar o Squirtle! - O pokémon atacou o Squirtle várias vezes, mas não conseguiu acertar nenhuma, e também conseguiu acertar uma árvore que, consequentemente, começou a pegar fogo.
- Meu Arceus, olha o que você me fez fazer! - Disse o treinador.
- O que? Foi você que mandou seu Vibrava atirar loucamente em meu Squirtle! - Matt retrucou.
- Bem, é melhor eu dar um fora daqui! - Disse o garoto retornando seu pokémon e correndo para cidade.
- Ei! - Até que o tronco da árvore caiu e espalhou o fogo para toda a floresta. Em dez minutos, praticamente a floresta inteira estava pegando fogo. Então a Oficial Jenny havia chegado junto com alguns bombeiros, e falou com o mega fone:
- Menino, foi você que incendiou a floresta? Se for isso, eu temo que terei de te prender. - Então o garoto respondeu: - Não fui eu, foi o cara com quem eu estava batalhando! Ele mandou o Vibrava dele usar o Dragon Breath  em meu Squirtle, só que o ataque errou o alvo e acertou a árvore, que começou a pegar fogo! Eu não fiz isso, eu juro!
- É sério mesmo garoto? - A oficial Jenny falou - Você está gozando de minha cara?
- Não estou! - O menino respondeu - Meu Arceus…
- Menino! - A Oficial disse ficando furiosa.
- Eu nem tenho pokémons de fogo em meu time! Eu só tenho esse Squirtle.
- Então está bem garoto, eu acredito em você - A mulher falou - Mas então nos ajude a apagar esse incêndio!
- Então está bem. Squirtle, Water Gun - O treinador ordenou, mesmo sabendo que não faria muita coisa.
Então parecia que aquilo não poderia ser salvada. Toda aquela floresta, destruída. Não havia escapatória. Muitos pokémons iam ficar sem sua casa, sem sua família, sem sua vida. Mas, nos céus, se ergueu uma silhueta de um pokémon alado, e com uma ventania feita com suas e apagou todo o fogo, e sumiu na imensidão do céu. Todos ficaram boquiabertos, inclusive Matt.
- Mas… O que foi isso? - Perguntou a Oficial Jenny.
- Não sei… - Matt respondeu.
- Será que foi o Lendário Espírito da Areia? - Um dos bombeiro falou.
- Besteira! - A Oficial disse - Isso é só uma lenda antiga! Não pode ser verdade.
- Bem, lendas podem ser verdadeiras…- O garoto falou.
- Silêncio menino! Agora vamos embora. Nunca mais se meta nesse tipo de coisa, ouviu?
- Sim, ouvi.
- Vamos embora. - Então rapidamente a Oficial e o corpo de bombeiros sumiram.


(...)


- Meu Arceus, espero que nunca mais me meta nesse tipo de confusão.
Então, Matt continuou sua caminhada rumo à Harborage City, não sabendo os próximos desafios que vão vir pela frente.

terça-feira, 22 de abril de 2014

Capítulo 6 - Visita Inesperada

- O QUE? - A mulher, mãe de Matt, disse.
Então o renomado Professor Marlin, o professor oficial daquele arquipélago, Admirado por muitos, contou tudo o que sabia sobre seu sobrinho Matt para a mãe do garoto, Mary.
- Como isso pode acontecer? Meu Arceus, como assim?
- Foi isto que ouvi. parece que Matt está no hospital por causa de um terrível acidente. Eu também me surpreendi quando ouvi esta triste notícia. Parece que esta na ilha Isle Of Resistence, fica mais ao leste desse arquipélago onde vivemos. O pequeno menino está muito longe de nós.
- Como isto foi acontecer? Não devia ter deixado ele sair de casa tão cedo…
- Agora que cheguei…- Disse o professor com um pequeno sorriso no rosto, mesmo sendo repreendido pela moça
- Desculpe, é que estou muito aflita com isso…- Então Marlin segurou seu ombro.
- Eu posso ir até lá se quiser… É praticamente um pulo, e também, seria bom, dar a ele um outro pokémon para o garoto se defender.- Disse ele, então Mary o respondeu: - Sim, por favor, leve para ele mais um presente, ele precisa.
- Então está decidido! Amanhã eu parto rumo para Herbs Town!
- Só mais uma coisa… Diga que mandei um abraço.
- Ok. Vamos Nessa!

(...)

No Centro Pokémon de Herbs Town, a crise de insônia de Matt continuava. Não dormir á 2 dias seguidos em nenhum momento. Tudo o que queria era voltar para sua casa, nem se importava mais com sua jornada. Seu pokémon fora roubado, foi deixado por um amigo e quase cedeu a morte. Ouviu um barulho muito baixo, era de um sino. A mulher de cabelos róseos responsável pelo Centro Pokémon veio em sua sala acompanhada de seu Chansey e me disse:
- Matt, um ente seu veio te visitar.
Então pela porta daquele hospital passou meu tio, o pesquisador do Arquipélago Regis, o
Professor Marlin.


- Tio?
- Matt? Como vai garoto?
- Com umas fraturas e com os pés adormecidos, fora isso tudo bem.
- Hã… Bom, vim dizer um boa melhora, e falar que sua mãe te amandou um abraço.
- Mãe? Ufa, ela está bem.
- Porque ela não estaria? Bem, também não vim só por este motivo…
- E qual o outro motivo? Vamos, fale…
- Bem…- O homem tirou de seu bolso uma esfera preta e branca com detalhes amarelos e entregou nas mãos do garoto.
- Vamos, aperte o botão.
O garoto apertou o botão da esfera e de dentro dela apareceu uma pequena tartaruga azul, com uma pequena cauda fofa como nuvens, era um Squirtle que havia ali.
- Ele é seu. - disse o homem.
- Nossa! Então era esse o pokémon que você escolheu para mim… Que demais! Muito obrigado tio! Muito obrigado mesmo!
- Não há de que. Infelizmente vou ter que ir agora. Ser Professor te dá vários compromissos. Até um dia, sobrinho.
- Até tio.
E ele se retirou daquele aposento. Então o garoto começou a olhar atentamente ao seu novo companheiro de viajem. Ele se lembrou de seu pokémon que recebera de sua mãe, seu Gligar. Matt ainda tinha esperança de encontra-lo. Ele sabia que estava sofrendo nas mãos dos homens que sequestrara o Gligar. Ele ainda ia encontra-lo. Ainda ia.

(...)

Em uma grande mansão oculta, jazia um homem pronto para destruir um pequeno que desafiara seu reinado como líder de uma organização que cresce secretamente a cada dia.
Um homem com vestimentas pretas entrou na sala e falou:
- Senhor, o Gligar daquele garoto fugiu de nossa cela. Provavelmente deve ter a cortado as barras com suas…
Até que foi interrompido pelo homem.
- Seus inúteis, não conseguem nem segurar um Gligar pouco treinado, se derem mais um erro… Suas vidas estão contadas. Agora suma daqui.
Então o homem disse um pouco trêmulo: - S-Sim senhor. - E o lacaio desapareceu.
- He, He, He… Nem garoto nem seu pokémon vão durar muito tempo. Em breve eles vão ser mortos pela Team Plasma! Me aguardem! - Disse o misterioso homem.

sábado, 19 de abril de 2014

Capítulo 5 - No Hospital

23:37. Herbs Town.

- Olá, Matt; Seu nome nome é Matt, não é? - Uma mulher de cabelos róseos falou.
- Hã, onde eu estou? Quem é você?
- Eu sou a Enfermeira Joy e você está em Herbs Town. Te levamos para cá quando vimos seus machucados. Você levou mais ou menos… Acho que uns 4 dias para acordar.
- O que? Então eu estou na ilha Isle of Resistance? Uau. Tenho vagas lembranças de antes, mas desmaiei, eu acho.
- Sim, minha prima te mandou para cá. Você está bem melhor.
- Então tá…
Comecei a me levantar da cama, quando percebi um gesso na minha perna direita que me impedia de levantar.
- Não, não, não! Você ainda não pode se levantar, ainda não se curou completamente.
- Mas eu preciso ir…
- Você infelizmente não pode ir.
Então me deitei na cama e fechei os olhos, para tentar dormir. Quando os abri, a mulher não estava no aposento.
Tentei me concentrar ao máximo, mas não consegui. Queria sair logo dali, falar com minha mãe, e dizer: Eu estou bem.
Então meu sono começou a pesar, e dormi profundamente. Engraçado, foi justamente isso que fez com que eu estivesse aqui, em Herbs Town, na Isle of Resistence.
Meu sonho foi um terrível pesadelo, sonhei que as mesma pessoas que pegaram meu Pokémon iriam atrás de minha mãe.
Acordei num pulo, e percebi que era só um sonho; então me lembrei dos filmes de terror que via quando eu tinha uns 7 anos. Tinha uns caras que sonhavam umas coisas estranhas e elas aconteciam. Tinha medo que meu sonho fosse de premonição.
Depois disso eu não dormia de jeito nenhum.
Na minha cabeça, a minha mãe estava em pânico em algum canto da casa, que estava pegando fogo.
Precisava tranquilizar minha mente e tirar aquilo da cabeça.
Logo a Enfermeira voltou com uma pouca comida bem leve.
- Vamos. Você precisa de alimento. Essa comida é mesmo bem leve. Vamos, Coma!
- Estou sem fome… Mas já vi que vou ser obrigado, né?
- Sim.
A Enfermeira Joy se retirou, e eu tive que enfiar tudo goela abaixo. Não tinha gosto de nada, nada mesmo. Era parecido com cimento.
- Por isso que os doentes quase não comem…
Eu não sabia o que fazer. Bom na verdade não tinha nada para se fazer além de dormir, uma coisa que eu não conseguia. Então não poderia fazer nada.
Eu queria tudo aquilo de volta, minha cama, meu pokémon, minha casa. Mas eu não conseguia viajar no tempo. Ai se Dialga estivesse aqui.
Eu ia me vingar daqueles caras. E como ia.

domingo, 6 de abril de 2014

Capítulo 4 - Preocupação

Muito longe dali, Lucas estava em meio as árvores e arbustos caminhando em direção ao que queria encontrar. A mente do garoto estava com uma única pergunta que ficara desde que abandonou seu amigo de pouca data Matt: Será que Matt estava certo? Não haveria nem um misero fio de cabelo no local? Não sabia se seguia em frente ou voltava para cidade. O peso em sua consciência estava grande o suficiente. Então o garoto deu meia volta em direção a cidade, andando com seu caminhar leve e rápido pelas folhas e arbustos. Ás vezes via
Pokémons selvagens, mas nem ligava, só queria chegar ao Centro Pokémon.
- Que cansativo… Será que o Matt está no Centro Pokémon?
Nem sabia do ocorrido na Great Forest, a terrível luta. Apenas ouvira pequenos barulhos, considerando a distância entre o seu amigo e Lucas.
Finalmente chegando á Easygoing City, ouviu a conversa de duas pessoas:
- Você viu o que aconteceu? Aquele menino do Centro Pokémon…
- Claro. Aquele menino, um pobre coitado que foi se aventurar na Great Forest… E não teve uma boa aventura.
- Eu ouvi falar que ele foi levado para Herbs Town, para ser curado. Acho que ele já deve estar lá, também ouvi dizer que ele partiu faz uns 2 dias.
Provavelmente o que ouvira era verdade. Então foi em direção ao Centro Pokémon curar seu pokémon que não fora capturado. Ele também tinha encontrado vários pokémons selvagens no caminho, muitos mesmos. Seu Nidorino certamente estava cansado. Quando entrou cumprimentou a Enfermeira Joy e deu lhe seus pokémon, mas antes da moça sair perguntou:
- Enfermeira Joy, é verdade que um menino chamado Matt veio aqui?
Então ela o respondeu:
- Sim. Estava num dos piores estados que já vi. Estava com muitos machucados fortes, como se tivesse pulado de um prédio de dois andares, e também tinha um forte machucado na canela, que sangrava muito; e além disso, tinha sido envenenado, e não tinhamos o antídoto para tal coisa e o mandamos para o Centro Pokémon de Herbs Town. O mandamos ontem, ele deve já ter chegado ao porto de Harborage City indo direto para sua cura.
Lucas quase teve um infarto. Ele pensou: Meu santo Arceus! Como aquele garoto conseguiu ficar nesta situação?
Então depois de sair do Centro Pokémon correu muito rápido para a Rota 3, pois teria uma longa caminhada rumo á Metal City. O garoto tinha nascido em Grotesque City, passou e por várias cidades, e numa delas ganhou uma Badge. Já passou pela cidade metálica e chegou em Easygoing City por ônibus. Mas não tinha dinheiro suficiente para pegar o meio de transporte.
Então decidiu ir para Adoption City para ficar lá um tempo. Para descansar a mente e ver se tinha uma boa ideia.
Então começou a caminhar até chegar á cidade ou até seus pés doerem.


(...)


Não muito longe dali, no profundo da Great Forest…
- Capturamos os Pokémons senhor. O que devemos fazer?
Então um homem que ocutava sua face na escuridão lhe respondeu:
- Tenha paciência, lacaio.- disse ele irrelevante - Temos de esperar. Peixes bons se pescam com paciência. Não devemos nos apreçar. Ou pegaremos apenas camarões…
- Devemos levá-los a cela de contenção máxima? - perguntou o soldado.Então o homem mostrou sua face, um homem que aparentava 25 anos, usava uma capa lateral com roupas rebeldes e com maldade no olhar.

- Não. São apenas iscas. O verdadeiro objetivo disso é pegar os grandes. Eles virão.

Continua...

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Secundários

Secundários
Mary Lands
Mary é uma mulher carinhosa, calma e atenciosa. Seu marido foi um Elite 4, mas um terrível acidente fez ele falecer. Ama seu filho com todas suas forças, e faz de tudo para protegê- lo.

Enfermeira Joy
Ela é a enfermeira de todas as regiões, com muitas primas e irmãs. é uma mulher amigável e gentil.

Oficial Jenny
A Oficial Jenny é uma mulher rigorosa e justa. Ela é a policial de todas as regiões com muitas irmãs e primas.

Professor Marlin Lands
Ele é o Professor Oficial das Ilhas Regis e também é o tio e Matt e irmão de Mary Lands. Também gostava de seu cunhado, mas não conseguiu o conhecer muito bem antes de morrer por causa de seus compromissos.


* Atenção, a página pode mudar ao decorrer da história.

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Protagonistas

Protagonistas
Matt Lands


Matt é um garoto de 13 anos muito esperto, divertido e animado. Mas também não sabe lidar com situações ruins, como quase ficou deprimido porque não receberia seu primeiro pokémon no dia combinado. Adora pizza, e também admira muito seu tio, o Professor Marlin. Seu pai foi um Elite 4, especialista em Pokémon tipo-terrestre, mas um terrível acidente fez ele falecer.
Mas antes de falecer, seu pai deixou um presente para seu filho quando chegasse a hora certa.


Lucas Wattson


Lucas Wattson é um rapaz de 15 anos calmo, tranquilo e esperançoso. Adora comida japonesa, também de pokémon tipo-água. Quando era pequeno gostava de assistir lutas da Elite 4. Já foi rico, mas seu pai apostou todas suas riquezas em um jogo e perdeu.
Mesmo depois disso nunca lhe faltou nada.

* A página pode mudar ao decorrer da história.

sexta-feira, 28 de março de 2014

Capítulo 3 - Problemas Mortais!

Os dois garotos corriam para vários cantos diferentes. Viam se encontravam algum rastro deixados pelos criminosos; Mas provavelmente não havia nem um fio de cabelo. Aquelas pessoas não estavam para brincadeira.
- Venha rápido Matt!
O tal de Lucas era mais rápido do que eu. Nós corriamos velozmente entre as árvores e arbustos, de tal forma que os pokémon selvagem a nossa volta se se espantaram com isso e
sairam de nosso caminho sumindo na floresta.
- Isso está cansativo! E em nome de Arceus, para onde estamos indo? - Eu disse.
- Estamos indo para direção para onde o helicóptero foi!- disse ele - E se pararmos, vamos
 perder a pista dele!
- Que pistas? Aqui só existe mato. Eles não deixaram um pequeno rastro de graxa, um fio de cabelo solto... Nada! Nadinha! - eu disse já ficando nervoso.
- Mas eu sei que continuarmos seguindo o caminho daquela coisa, acharemos uma pista...
- Eu tenho certeza que não acharemos nada. - Eu falei. - Acho que terei de me conformar
com isso... Perder meu Pokémon...
- Pare com isso! Se não quiser, pode ficar aqui aos prantos! Eu vou buscar meu Pokémon! - Disse ele saindo de lá batendo os pés.
Então me deitei debaixo de uma árvore. Fechei os olhos, e cai no sono.

(...)
Quando acordei, encontrei dois Spinaraks, um no meu ombro e o outro nas minhas pernas.
E o que mais vi e que me chamou mais a atenção era um pequeno Dratini em meu colo.

Spinarak artwork by Ken Sugimori
Dratini artwork by Ken Sugimori

- Hã, o que...- Quando eu percebi os pokémons amontoados em cima de mim.
Fique calmo Matt. - Eu pensava.
Até que o Dratini acordou e percebeu que eu havia acordado. Então num ataque de susto pulou do meu colo de lançou um poderoso Dragon Rage; por sorte eu consegui desviar do ataque, mas derrubando os Spinarak que estavam em cima de mim.
Os três pokémons me atacaram, os Spinaraks com Poison Sting e o Dratini com Dragon Rage.
Eu gritava enquanto eu escapava dos ataques; Mas um dos Poison Sting de Spinarak me acertou bem na cima da minha canela.
- Ai! Droga, veneno! Preciso ir a um Centro Pokémon agora!
Então pararam de me atacar. Eu ouvi um barulho parecido com um trovão. Aqueles Pokémon fugiram com muito receio de olhar para trás.
Então me dei conta: Um grande Pokémon estava nada contente e indo em minha direção, e eu não tinha nenhum pokémon para me proteger.
Com minhas últimas forças tentei correr pela floresta. Meu machucado em minha perna estava sangrando. Eu realmente estava em péssimas condições. E eu ouvia sons de rugido e árvores caindo
vindo em minha direção.
- Vamos... A meu Arceus me ajude!
Então comecei a me desesperar. Tentei correr mais rápido, mas o veneno do meu machucado
começou a fazer efeito. Em certo momento tentei até pular numa perna só, e não funcionava.
- Acho que esse é meu fim... Eu devia ter seguido o Lucas. Nem fiz meu testamento...
Então ouvi um barulho maior do que os anteriores, na mesma área. As árvores pararam de cair.
Então ouvi um estrondo ensurdecedor e um clarão que me jogou para cima de uma árvore que não
fora destruida.
- MEU ARCEUS! O QUE FOI ISSO?!
De cima da árvore dava para ter uma visão mais ampla do acontecimento: um Slaking em uma cratera
profunda no chão e em sua frente estava um Aggron enorme pronto para brigar.
Parecia o início de uma batalha de titãs.
Então desci da árvore e corri para longe de lá, sendo jogado por algumas explosões.
Corri para a cidade de Easygoing City, muito fraco por causa dos meus machucados e o veneno de Spinarak.
Quando cheguei a cidade fui mancando ao Centro Pokémon. Quando cheguei ao lugar caminhei com dificuldade até o balcão e só disse isso:
- Me Ajude... - E então desmaiei.

Continua...

sexta-feira, 21 de março de 2014

Capítulo 2 - Primeiro pokémon e Team Plasma!

Matt e sua mãe chegara em casa. Matt sentou-se na pequena mesa de centro, enquanto Mary Lands, mãe do garoto, buscou uma chave.
Então os dois até o quarto da mãe de Matt. No armário, pegou uma pequena caixa e a abriu com a chave que tinha em mãos.
- Olhe filho, isto foi o que seu pai deixou para você...
Então ela tirou da caixa um objeto esférico, e mostrou para seu filho.
- Nossa... Era o que eu queria.
Então Mary colocou a esfera nas mãos do filho.
- Isso era do papai?
- Sim. Vá. Aperte o botão.
Matt então apertou o botão. De dentro saiu um pokémon escorpião alado que logo pulou na cara do
garoto.

 Gligar artwork by Ken Sugimori

O menino logo tirou o pokémon de sua cara e o soltou.
- é um Gligar... Seu pai adorava pokémons tipo-terrestre.
- Nem sei o que dizer...
- Diga que vai ser o melhor treinador do mundo.
- Sim. Obrigado mãe.
(...)

Matt terminava de arrumar sua mochila, enquanto Gligar voava em cima de sua cabeça.
Ele finalmente estava pronto. Caminhava lentamente em direção a porta com Gligar empoleirado em seu ombro. Estava prestes a sair, quando sua mãe o agarrou.
- O que foi mãe?
- Você já recebeu o presente de seu pai. Este aqui é de seu tio.
A mulher tirou uma pokédex do bolso e a entregou para seu filho.
- Obrigado, Mãe. Você sempre cuidando de mim.
- Mas agora não vou poder mais. Algum dia você deve soltar seus filhos no mundo.
- Até um dia, Mãe.- disse Matt, saindo de sua casa.
- Até, filho.
Era um belo dia. Vários Pigdey voavam no céu azul como o oceano, enquanto a terra fofa era dominada por Budew e Drilber.
- Finalmente. Estou saindo em uma jornada. - Matt repetia para si mesmo.
Enquanto Matt caminhava, Gligar fazia acrobacias no ar. E continuou assim até chegarem na Rota 1; lá estava acontecendo uma batalha pokémon sendo assistida por várias pessoas. O primeiro treinador estava com um Yanma enquanto o segundo usava um Nidorino.
Então eles começaram a assistir. Eles estavam torcendo para o Nidorino.
Yanma repetidamente usava ataques como Sonic Boom ou Quick Attack, enquanto Nidorino usava ataques como Double Kick e Peck. Eles batalhavam ferozmente, e ambos estavam cansados.
Mas Yanma deu um deslize que fez com que seja derrotado.
O garoto que ganhará o combate falou:
- Quem vai ser o próximo?
Então Gligar ficou bastante animado. Ele era um pokémon competitivo, e queria derrotar aquele Nidorino.
Então eu gritei:
- Eu! Eu te desafio para uma batalha!
Todos ficaram boquiabertos. Então eu caminhei até o lado oposto dele e lancei meu Gligar.
- Vai Gligar!
O garoto recolheu seu pokémon e lançou outro.
- Vai Clamperl!
De dentro da pokébola saiu um pokémon em forma de concha rosado.

 Clamperl artwork by Ken Sugimori
- Uau, um Clamperl...
- Se não vai começar, então eu vou. Clamperl use o Water Gun!
Clamperl soltou um forte jato de água em direção a Gligar que o acertou em cheio.
- Gligar, revide com Poison Sting!
Gligar soltou várias agulhas venenosas em Clamperl que não conseguiu escapar e sofreu o dano, mas não foi envenenado.
 - Gligar, Quick Attack!
Gligar cada vez chegava mais perto, e Clamperl continou imóvel. Quando Gligar chegou bem perto o seu oponente usou o Clamp, esmagando Gligar com seu casco.
- Gligar!
- Agora Clamperl! Water Gun!
Clamperl deu um poderoso Water Gun que fez Gligar sair voando e cair no chão.
- Levante-se Gligar! - disse Matt meio nervoso.
Então Gligar se levantou com dificuldade. Os ataques que Clamperl lançava eram super-eficazes, mas Gligar não era um pokémon de desistir.
- Ele não desiste...
- Gligar, termine com isso! Quick Attack força total!
- Clamperl, Use o Water Gun!
Antes dos ataques colidirem, muita areia subiu, duas pessoas apareceram e o Gligar e o Clamperl daquele garoto estavam em jaulas.

- Um trabalho perfeito. - Disse o rapaz.
- Mais que perfeito.- continuou a garota.
- Ei esses pokémons são nossos! Devolvam agora! - Eu disse com raiva.
- Não garoto. Esses pokémons agora são da Team Plasma! - falou o homem, que agora subia numa escada de helicóptero.- Adeus!
E mais uma espessa cortina de fumaça lavantou-se, e quando se dissipou eles já tinham sumido.
- Não. Meu Clamperl! - o garoto falou.
- E meu Gligar! - eu falei. - Ele era meu único pokémon...
- Nossa, sério? Sinto muito por você... De verdade.
- Hã - eu falei, meio sem graça. - Quem é você?
- Ah, desculpe. Meu nome é Lucas.
 
- Hã... e eu sou o Matt.
- Prazer Matt! Bom, acho que não temos tempo a perder. Devemos resgatar nossos pokémons o quão antes possível!
- Você está certo.
- Espere, você disse que não tem mais pokémons; Você tem pokéballs?
- Só a do Gligar.
Então Lucas tirou de seu boldo cinco pequenas pokéballs e colocou nas mãos de Matt.
- Com isso você poderá capturar mais pokémons.
E Lucas saiu correndo.
- Acho que fiz uma grande amizade.

quinta-feira, 20 de março de 2014

Capítulo 1 - Sem Jornada?

Num dia, num arquipélago de ilhas pouco conhecido pelas pessoas, havia um menino muito animado por natureza. Estava em sua pequena cidade, onde se encontrava sua casa. Seu nome era Matt. Estava em seu quarto onde estava se preparando para um grande passo em sua vida.
- É hoje... Hoje vai ser um grande passo.
Estava animado. Estava pronto. Pronto para sua jornada.
Então desceu as escadas como um raio. Sua mãe o esperava. Ela não estava com uma cara muito animada.
- Oi mãe! O que foi? Aconteceu alguma coisa?
Ela não mexeu um músculo. A mãe do garoto então se levantou-se de sua cadeira em direção a ele.
- Desculpe filho, mas...
- O que? - Disse Michael, ficando um pouco tenso.
- Seu tio, Professor Marlin, não vai poder vir...
- Como assim?
- O avião dele ficou sem combustível no caminho, um pequeno contra tempo... Mas atrasou ele em um mês.
Matt ficou estático. Ele esperou tanto tempo para isso, desde de que nasceu. Já era seu aniversário de
13 anos.
O garoto deu meia volta e retornou a seu quarto. E ficou lá sua mãe chama-lo de volta.
- Filho entenda...
- Eu entendi mãe. Só não gosto disso.
Os dois se entreolharam. Matt respirou fundo e falou:
- Eu já me conformei mãe. Só estou decepcionado. Muito decepcionado. Vou poder ir em minha jornada só daqui a um mês?
Sua mãe o encarou.
- Sim.- Foi a única coisa que falou.
Então ele saiu pela porta de sua casa.
Sua cidade era adorável. Chamada de Delightful Town, era conhecida por ser onde as pessoas começam
suas jornadas.
O ar de lá era puro, muito puro.
Um dos pontos que Matt mais gosta em sua pequena cidade era o Pico Azul.
Era o ponto mais alto da pequena cidade, Matt gostava de lá pelo seu ar puro e dizia que ali era seu lugar favorito para pensar. E aquele dia já estava começando mal.
Matt pegou a trilha que ia até lá, e o escalou.
Chegando no topo sentou na beirada da pequena montanha de uns 4 andares de altura e começou a refletir.
Teria de esperar ainda mais a coisa que já esperava a 13 anos, teria paciência de esperar mais um mês?
- Isso precisa de tempo...
Sua mãe sabia exatamente onde o filho estava. Foi até lá e se sentou ao lado de Matt e falou:
- Venha comigo Matt. Tenho uma notícia para lhe dar.
- Além da de hoje de manhã?
- Sim. Venha para casa filho.
Então os dois foram até sua moradia.
Continua...