sábado, 26 de abril de 2014

Capítulo 7 - Incêndio e o Espírito de Areia

Era uma tarde calma em Herbs Town. Matt havia acabado de sair do hospital e ligado para sua mãe. Estava feliz com o seu mais novo Squirtle empoleirado no ombro, decidido a encontrar seu Gligar onde quer que ele fosse. E também seu amigo Lucas, provavelmente ainda estava em Island Living, o esperando. Saiu de lá determinado, e se dirigiu diretamente á Rota 9 para chegar no porto e chegar rapidamente em Metal City. Quando ia direto para lá viu um treinador e quando o desconhecido o viu disse:
- Ei cara! Pelo visto você já tem um pokémon, então vamos batalhar!
- Hum, vai ser um bom treinamento para meu Squirtle.
- O que? Acha mesmo que vai ganhar? Eu vou te detonar mané! - O menino retrucou.
E a batalha se iniciou.
- Vamos, Vibrava! - De dentro da pokébola, saiu um pokémon parecido com uma libélula.




- Vamos, Squirtle! - O garoto disse - Vamos começar! Use o Water Gun!
- Vibrava, evasiva! - E o pokémon oponente desviou do ataque sem muita dificuldade. - é a nossa vez! Vibrava, Sonic Boom! - O pokémon de Matt não conseguiu se esquivar levando dano. - E agora continue usando o Screech! - Aquele movimento não daria dano, mas baixaria drasticamente a defesa da pequena tartaruga.
- Squirtle, Tackle! - Vibrava dessa vez não conseguiu desviar, mas não levara muito dano.
- Vamos acabar com isso, Vibrava, Dragon Breath! - Disse o treinador, e seu pokémon já soltando um poderoso raio que além de tirar dano, também paralisava.
- Não desista Squirtle! Evasiva! - E o pokémon conseguiu esquivar do ataque, mas mesmo assim levou um pouco de dano.
- Vibrava, use o Dragon Breath até acertar o Squirtle! - O pokémon atacou o Squirtle várias vezes, mas não conseguiu acertar nenhuma, e também conseguiu acertar uma árvore que, consequentemente, começou a pegar fogo.
- Meu Arceus, olha o que você me fez fazer! - Disse o treinador.
- O que? Foi você que mandou seu Vibrava atirar loucamente em meu Squirtle! - Matt retrucou.
- Bem, é melhor eu dar um fora daqui! - Disse o garoto retornando seu pokémon e correndo para cidade.
- Ei! - Até que o tronco da árvore caiu e espalhou o fogo para toda a floresta. Em dez minutos, praticamente a floresta inteira estava pegando fogo. Então a Oficial Jenny havia chegado junto com alguns bombeiros, e falou com o mega fone:
- Menino, foi você que incendiou a floresta? Se for isso, eu temo que terei de te prender. - Então o garoto respondeu: - Não fui eu, foi o cara com quem eu estava batalhando! Ele mandou o Vibrava dele usar o Dragon Breath  em meu Squirtle, só que o ataque errou o alvo e acertou a árvore, que começou a pegar fogo! Eu não fiz isso, eu juro!
- É sério mesmo garoto? - A oficial Jenny falou - Você está gozando de minha cara?
- Não estou! - O menino respondeu - Meu Arceus…
- Menino! - A Oficial disse ficando furiosa.
- Eu nem tenho pokémons de fogo em meu time! Eu só tenho esse Squirtle.
- Então está bem garoto, eu acredito em você - A mulher falou - Mas então nos ajude a apagar esse incêndio!
- Então está bem. Squirtle, Water Gun - O treinador ordenou, mesmo sabendo que não faria muita coisa.
Então parecia que aquilo não poderia ser salvada. Toda aquela floresta, destruída. Não havia escapatória. Muitos pokémons iam ficar sem sua casa, sem sua família, sem sua vida. Mas, nos céus, se ergueu uma silhueta de um pokémon alado, e com uma ventania feita com suas e apagou todo o fogo, e sumiu na imensidão do céu. Todos ficaram boquiabertos, inclusive Matt.
- Mas… O que foi isso? - Perguntou a Oficial Jenny.
- Não sei… - Matt respondeu.
- Será que foi o Lendário Espírito da Areia? - Um dos bombeiro falou.
- Besteira! - A Oficial disse - Isso é só uma lenda antiga! Não pode ser verdade.
- Bem, lendas podem ser verdadeiras…- O garoto falou.
- Silêncio menino! Agora vamos embora. Nunca mais se meta nesse tipo de coisa, ouviu?
- Sim, ouvi.
- Vamos embora. - Então rapidamente a Oficial e o corpo de bombeiros sumiram.


(...)


- Meu Arceus, espero que nunca mais me meta nesse tipo de confusão.
Então, Matt continuou sua caminhada rumo à Harborage City, não sabendo os próximos desafios que vão vir pela frente.

terça-feira, 22 de abril de 2014

Capítulo 6 - Visita Inesperada

- O QUE? - A mulher, mãe de Matt, disse.
Então o renomado Professor Marlin, o professor oficial daquele arquipélago, Admirado por muitos, contou tudo o que sabia sobre seu sobrinho Matt para a mãe do garoto, Mary.
- Como isso pode acontecer? Meu Arceus, como assim?
- Foi isto que ouvi. parece que Matt está no hospital por causa de um terrível acidente. Eu também me surpreendi quando ouvi esta triste notícia. Parece que esta na ilha Isle Of Resistence, fica mais ao leste desse arquipélago onde vivemos. O pequeno menino está muito longe de nós.
- Como isto foi acontecer? Não devia ter deixado ele sair de casa tão cedo…
- Agora que cheguei…- Disse o professor com um pequeno sorriso no rosto, mesmo sendo repreendido pela moça
- Desculpe, é que estou muito aflita com isso…- Então Marlin segurou seu ombro.
- Eu posso ir até lá se quiser… É praticamente um pulo, e também, seria bom, dar a ele um outro pokémon para o garoto se defender.- Disse ele, então Mary o respondeu: - Sim, por favor, leve para ele mais um presente, ele precisa.
- Então está decidido! Amanhã eu parto rumo para Herbs Town!
- Só mais uma coisa… Diga que mandei um abraço.
- Ok. Vamos Nessa!

(...)

No Centro Pokémon de Herbs Town, a crise de insônia de Matt continuava. Não dormir á 2 dias seguidos em nenhum momento. Tudo o que queria era voltar para sua casa, nem se importava mais com sua jornada. Seu pokémon fora roubado, foi deixado por um amigo e quase cedeu a morte. Ouviu um barulho muito baixo, era de um sino. A mulher de cabelos róseos responsável pelo Centro Pokémon veio em sua sala acompanhada de seu Chansey e me disse:
- Matt, um ente seu veio te visitar.
Então pela porta daquele hospital passou meu tio, o pesquisador do Arquipélago Regis, o
Professor Marlin.


- Tio?
- Matt? Como vai garoto?
- Com umas fraturas e com os pés adormecidos, fora isso tudo bem.
- Hã… Bom, vim dizer um boa melhora, e falar que sua mãe te amandou um abraço.
- Mãe? Ufa, ela está bem.
- Porque ela não estaria? Bem, também não vim só por este motivo…
- E qual o outro motivo? Vamos, fale…
- Bem…- O homem tirou de seu bolso uma esfera preta e branca com detalhes amarelos e entregou nas mãos do garoto.
- Vamos, aperte o botão.
O garoto apertou o botão da esfera e de dentro dela apareceu uma pequena tartaruga azul, com uma pequena cauda fofa como nuvens, era um Squirtle que havia ali.
- Ele é seu. - disse o homem.
- Nossa! Então era esse o pokémon que você escolheu para mim… Que demais! Muito obrigado tio! Muito obrigado mesmo!
- Não há de que. Infelizmente vou ter que ir agora. Ser Professor te dá vários compromissos. Até um dia, sobrinho.
- Até tio.
E ele se retirou daquele aposento. Então o garoto começou a olhar atentamente ao seu novo companheiro de viajem. Ele se lembrou de seu pokémon que recebera de sua mãe, seu Gligar. Matt ainda tinha esperança de encontra-lo. Ele sabia que estava sofrendo nas mãos dos homens que sequestrara o Gligar. Ele ainda ia encontra-lo. Ainda ia.

(...)

Em uma grande mansão oculta, jazia um homem pronto para destruir um pequeno que desafiara seu reinado como líder de uma organização que cresce secretamente a cada dia.
Um homem com vestimentas pretas entrou na sala e falou:
- Senhor, o Gligar daquele garoto fugiu de nossa cela. Provavelmente deve ter a cortado as barras com suas…
Até que foi interrompido pelo homem.
- Seus inúteis, não conseguem nem segurar um Gligar pouco treinado, se derem mais um erro… Suas vidas estão contadas. Agora suma daqui.
Então o homem disse um pouco trêmulo: - S-Sim senhor. - E o lacaio desapareceu.
- He, He, He… Nem garoto nem seu pokémon vão durar muito tempo. Em breve eles vão ser mortos pela Team Plasma! Me aguardem! - Disse o misterioso homem.

sábado, 19 de abril de 2014

Capítulo 5 - No Hospital

23:37. Herbs Town.

- Olá, Matt; Seu nome nome é Matt, não é? - Uma mulher de cabelos róseos falou.
- Hã, onde eu estou? Quem é você?
- Eu sou a Enfermeira Joy e você está em Herbs Town. Te levamos para cá quando vimos seus machucados. Você levou mais ou menos… Acho que uns 4 dias para acordar.
- O que? Então eu estou na ilha Isle of Resistance? Uau. Tenho vagas lembranças de antes, mas desmaiei, eu acho.
- Sim, minha prima te mandou para cá. Você está bem melhor.
- Então tá…
Comecei a me levantar da cama, quando percebi um gesso na minha perna direita que me impedia de levantar.
- Não, não, não! Você ainda não pode se levantar, ainda não se curou completamente.
- Mas eu preciso ir…
- Você infelizmente não pode ir.
Então me deitei na cama e fechei os olhos, para tentar dormir. Quando os abri, a mulher não estava no aposento.
Tentei me concentrar ao máximo, mas não consegui. Queria sair logo dali, falar com minha mãe, e dizer: Eu estou bem.
Então meu sono começou a pesar, e dormi profundamente. Engraçado, foi justamente isso que fez com que eu estivesse aqui, em Herbs Town, na Isle of Resistence.
Meu sonho foi um terrível pesadelo, sonhei que as mesma pessoas que pegaram meu Pokémon iriam atrás de minha mãe.
Acordei num pulo, e percebi que era só um sonho; então me lembrei dos filmes de terror que via quando eu tinha uns 7 anos. Tinha uns caras que sonhavam umas coisas estranhas e elas aconteciam. Tinha medo que meu sonho fosse de premonição.
Depois disso eu não dormia de jeito nenhum.
Na minha cabeça, a minha mãe estava em pânico em algum canto da casa, que estava pegando fogo.
Precisava tranquilizar minha mente e tirar aquilo da cabeça.
Logo a Enfermeira voltou com uma pouca comida bem leve.
- Vamos. Você precisa de alimento. Essa comida é mesmo bem leve. Vamos, Coma!
- Estou sem fome… Mas já vi que vou ser obrigado, né?
- Sim.
A Enfermeira Joy se retirou, e eu tive que enfiar tudo goela abaixo. Não tinha gosto de nada, nada mesmo. Era parecido com cimento.
- Por isso que os doentes quase não comem…
Eu não sabia o que fazer. Bom na verdade não tinha nada para se fazer além de dormir, uma coisa que eu não conseguia. Então não poderia fazer nada.
Eu queria tudo aquilo de volta, minha cama, meu pokémon, minha casa. Mas eu não conseguia viajar no tempo. Ai se Dialga estivesse aqui.
Eu ia me vingar daqueles caras. E como ia.